Opinião - Pastoral da Comunicação Social



Estamos no nono mês do ano de 2021, ou seja, no mês de setembro, o coração se enternece novamente, pois debruça seu olhar para a estação das flores e, em nossa mente surge a canção: “...eu quero sair, eu quero falar, eu quero ensinar o vizinho a cantar nas manhãs de setembro...”. Por sua vez, a Igreja, não deixa de celebrar a vida em suas mais diversificadas formas.

Para a Igreja e seus respectivos fiéis todos os dias um novo tempo se faz presente desde o nascer ao pôr do sol e, assim existindo entre as partes um vínculo intenso, que muito embora a sociedade civil nem sempre tenha o discernimento necessário, para compreender o liame indelével que existe entre o cristão e o Criador, o mestre Jesus. Portanto, como a Igreja sempre se faz presente na vida de seus fiéis, para setembro, instituiu um mês dedicado a Bíblia, um livro, que embora escrito pelo homem, não se pode esquecer que foi inspirado por Deus. Assim, os filhos de Adão, possuem um norte salutar nesse livro sagrado.

Anteriormente os ensinamentos foram entregues pela oralidade, ou seja, os ascendentes entregavam a seus filhos os ensinamentos por meio de suas narrativas. Com o tempo, a Palavra passa a ser escrita e a Bíblia é esse norte para todos aqueles que escolhem seguir os passos/ensinamentos de Cristo e de seus antecessores, cuja missão recebida é a de levar a Boa Nova a todas as nações. Atualmente, a Igreja por meio de seus sacerdotes/religiosos detém pleno conhecimento do protagonismo exercido em toda a sociedade, se colocando a serviço do próximo e independe da fé que esse próximo professe.

Assim como a Igreja, o cristão que passa a representa-la por meio do Sacramento do Batismo, assume com responsabilidade e caridade além da missão de entregar a Boa Nova, entrega por inúmeras vezes os meios necessários à sobrevivência aos que mais se encontram em situação de vulnerabilidade. Portanto, por meio da Bíblia, por meio da Igreja e dos respectivos sacramentos, que por meio dela é entregue, é que o cristão exerce esse protagonismo, se envolve com os fatos, se coloca a serviço, não só devido ao seu trabalho, no exercício de sua profissão, mas inclusive por atos de caridade e amor.

Celebremos com fervor todas as formas de amor que o Pai nos propicia, celebremos nosso esteio e alicerce que é a Bíblia, com ela aprendemos e apreendemos o sentido de ser cristão, bem como a nossa filiação divina. Mãe do Monte Serrat, cobre-nos com teu manto de misericórdia. São Benedito, rogai por nós!